As maiores taxas foram registradas na Bahia (8,7%), Pernambuco (8,7%) e Piauí (9,3%). Em 2025, a taxa anual de desocupação do país recuou 1,0 ponto percentual frente ao resultado de 2024, que foi de 6,6%.
No quarto trimestre de 2025, a taxa nacional foi de 5,1%, apresentando redução significativa de 1,1 ponto percentual frente ao quarto trimestre do ano anterior. A queda foi acompanhada por quatro regiões do país, incluindo o Centro-Oeste, onde a taxa passou de 4,4% para 3,9%. A região Norte apresentou estabilidade. Ante o trimestre anterior, a taxa de desocupação recuou em seis unidades da federação, com estabilidade nas demais.
A taxa anual de informalidade para o país foi de 38,1% da população ocupada. As menores taxas anuais ficaram com Santa Catarina (26,3%), Distrito Federal (27,3%) e São Paulo (29,0%). Já a taxa anual de subutilização para o Brasil ficou em 14,5%, sendo as menores taxas anuais de Santa Catarina (4,6%), Mato Grosso (6,8%) e Espírito Santo (7,4%).
O valor anual do rendimento real habitual de todos os trabalhos chegou a R$ 3.560. Os maiores valores foram do Distrito Federal (R$ 6.320), São Paulo (R$ 4.190) e Rio de Janeiro (R$ 4.177). Os menores valores foram de Maranhão (R$ 2.228) e Bahia (R$ 2.284). No quarto trimestre de 2025, o rendimento médio habitual no país foi de R$ 3.613.
A taxa de desocupação por sexo foi de 4,2% para os homens e 6,2% para as mulheres no quarto trimestre de 2025. Já a taxa de desocupação por cor ou raça ficou abaixo da média nacional para os brancos (4,0%) e acima para os pretos (6,1%) e pardos (5,9%). O número de pessoas buscando trabalho há dois anos ou mais caiu 19,6% em comparação com 2024.