O transplante capilar vive um momento de forte expansão no Brasil e já figura entre os procedimentos estéticos mais procurados do país. Antes associado apenas a casos avançados de calvície ou a figuras públicas, o método passou a integrar a rotina de homens e mulheres que buscam melhorar a aparência, a autoestima e a qualidade de vida.
De acordo com o cirurgião plástico e especialista em transplante capilar Dr. Cleber Stuque, somente em 2025, cerca de 240 procedimentos estéticos foram realizados. Esse crescimento está diretamente ligado à evolução das técnicas, à naturalidade dos resultados e à maior conscientização sobre a saúde capilar.
“Hoje o transplante capilar é encarado como um procedimento médico seguro, eficaz e com impacto emocional positivo. A informação correta fez com que as pessoas perdessem o medo e passassem a buscar soluções definitivas”, explica o médico.
Procedimento mais moderno e resultados naturais
O transplante capilar consiste na redistribuição dos próprios fios do paciente, retirados de áreas doadoras — geralmente a parte posterior da cabeça — e implantados nas regiões com falhas ou calvície. Entre as técnicas mais utilizadas está a FUE (Extração de Unidades Foliculares), que permite a retirada fio a fio, sem cicatriz linear e com recuperação mais rápida.
Segundo o Dr. Cleber Stuque, o planejamento individualizado é essencial para o sucesso do procedimento. “Cada paciente tem um padrão de queda, densidade capilar e expectativa diferente. O transplante precisa respeitar essas características para alcançar um resultado natural e duradouro.”
Alta demanda exige atenção à segurança
Com o aumento da popularidade, especialistas alertam para a necessidade de cuidado na escolha do local e do profissional responsável pela cirurgia. A oferta de procedimentos a baixo custo e sem acompanhamento médico adequado preocupa a classe médica.
“O transplante capilar é uma cirurgia. Precisa ser realizado em ambiente apropriado, com equipe capacitada e sob responsabilidade de um médico habilitado. Quando isso não acontece, os riscos aumentam consideravelmente”, alerta Dr. Stuque.
Ele ressalta que o acompanhamento pós-operatório é tão importante quanto a cirurgia em si, garantindo a correta cicatrização, o crescimento saudável dos fios e a prevenção de complicações.
Quem pode fazer o transplante capilar
O procedimento é indicado principalmente para pacientes com calvície androgenética, condição de origem genética que afeta homens e mulheres. No entanto, nem todos os casos são cirúrgicos.
Antes de indicar o transplante, o médico realiza uma avaliação detalhada do couro cabeludo, do histórico familiar e do estágio da queda. Em alguns casos, tratamentos clínicos podem ser recomendados para estabilizar a perda capilar antes da cirurgia.
“Nem sempre o transplante é o primeiro passo. Muitas vezes, associamos terapias clínicas para preservar os fios existentes e melhorar o resultado final”, explica o especialista.
Tendência que deve continuar crescendo
A busca por procedimentos menos invasivos, com resultados naturais e impacto direto na autoestima indica que o transplante capilar deve continuar em alta nos próximos anos. Para o Dr. Cleber Stuque, o avanço tecnológico aliado à informação de qualidade é o principal responsável por essa transformação no mercado estético.
“O paciente de hoje está mais consciente, pesquisa mais e entende que saúde e estética caminham juntas. Isso eleva o nível do procedimento e do profissional escolhido”, conclui.
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