Goiás ocupa a oitava posição no índice de competitividade dos estados brasileiros, com pontuação de 58,8 pontos, segundo levantamento do Centro de Liderança Pública (CLP). O estado apresenta vulnerabilidades significativas em três pilares essenciais: inovação, infraestrutura e educação. Segundo o estudo, o maior gargalo da economia goiana é a carência de estrutura de apoio à inovação e pesquisa científica. Goiás está na 26ª posição em inovação, com pontuação de apenas 12,3 — o pior desempenho entre todos os pilares avaliados. Em infraestrutura, o estado aparece na 13ª colocação com nota 44,8. Na educação, ocupa a 10ª posição, com 64,3 pontos, recuando duas posições na classificação nacional.
O estado supera os pares da Região Centro-Oeste, exceto o Distrito Federal, que aparece em quarto lugar no cenário nacional. O levantamento avalia 27 unidades da federação com base em dez pilares que compõem a competitividade estadual. São Paulo lidera o índice geral com 81,1 pontos, seguido por Santa Catarina (80,1) e Paraná (72,3).
Goiás se destaca principalmente na eficiência da máquina pública, pilar em que alcançou a quarta posição nacional e a primeira colocação na região Centro-Oeste, com nota normalizada de 88,7. O potencial de mercado também figura entre os pontos fortes, com o estado ocupando o quinto lugar no país e o primeiro na região ao anotar a pontuação de 65,3.
A solidez fiscal representa outro destaque goiano. O estado aparece em quinto lugar nacionalmente e em segundo na região Centro-Oeste, com 68,9 pontos. A sustentabilidade ambiental segue estagnado na mesma posição, com 69,9 pontos, sendo outra vulnerabilidade econômica goiana.
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