O Laboratório Teuto, uma das maiores indústrias farmacêuticas do Brasil, reduziu em 15% o consumo de água potável em suas operações após a inauguração de um moderno Prédio de Sistema de Tratamento de Água Purificada (PW). Localizada em Goiás, a empresa investiu em tecnologia de ponta projetada sob normas internacionais para aliar alta capacidade produtiva à preservação dos recursos hídricos.
“Projetado sob normas internacionais, esse investimento de ponta garante uma redução de 15% no consumo de água potável durante a operação em comparação ao sistema anterior, unindo modernização fabril à preservação do recurso hídrico”, explicou Aretha Duarte, supervisora de Meio Ambiente e Sustentabilidade da empresa.
O novo sistema possui capacidade de 8.000 litros por hora e integra uma estratégia mais ampla de uso eficiente da água. A indústria implementou um circuito de reaproveitamento que direciona o rejeito do processo de Osmose Reversa, etapa essencial para garantir a pureza dos medicamentos, para as torres de resfriamento da central de água gelada. “Com o novo sistema de PW, que possui capacidade de 8.000 litros/hora, maximizamos esse aproveitamento hídrico, reduzindo a necessidade de captação de ‘água nova'”, destacou a supervisora.
A matriz de captação da empresa é diversificada e licenciada, combinando poços artesianos, nascentes e abastecimento público. A gestão hídrica rigorosa é fundamental para a produção farmacêutica, já que a Água Purificada é matéria-prima para xaropes, soluções e injetáveis. “Para o Teuto, a gestão hídrica é um compromisso inegociável com a saúde pública”, afirmou Aretha. “A Água Purificada (PW) é essencial para nossa produção, sendo matéria-prima para xaropes, soluções e injetáveis. Nossa responsabilidade é garantir que esta água atenda aos rigorosos requisitos da Farmacopeia Brasileira, assegurando a eficácia do medicamento final e uma interação positiva com o ecossistema local.”
O compromisso ambiental da empresa se estende ao tratamento do que é devolvido à natureza. O Teuto opera uma Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) que segue rigorosamente os parâmetros da Resolução nº 430/11 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e as normas da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (CODEGO). Nos últimos dois anos, a redução nas emissões de gases de efeito estufa vinculadas ao tratamento de efluentes ultrapassou 80%.
Além da tecnologia, a empresa aposta na cultura organizacional para consolidar práticas sustentáveis. O engajamento dos colaboradores visa transformar o uso racional da água em um hábito intrínseco, e não apenas uma regra de conformidade.
Olhando para o futuro, a sustentabilidade é tratada como pilar de crescimento estratégico. “Estar à frente dessa área no Teuto, especialmente em um momento de transição para padrões globais de transparência, é um desafio estratégico. Inauguramos uma das instalações mais modernas da América Latina, dimensionada para futuras expansões sem comprometer a segurança hídrica da região. Assim, transformamos dados técnicos em ações concretas de preservação”, concluiu Aretha Duarte.
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