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Marca Empregadora

(Crédito da imagem: Freepik/tirachardz)

Muito se fala e se faz dentro das organizações para se contratar e manter o bom profissional  (pelo menos nas organizações sérias). E esse é um desafio que aumenta todos os dias. Da mesma forma que buscamos o cliente para comprar nosso produto, temos que buscar o profissional para trabalhar em nossa empresa.

Por que as pessoas querem trabalhar em determinada empresa e em outras não?

São vários fatores: compatibilidade com as crenças, benefícios, localização, salário, imagem da empresa no mercado, objetivos, mas acima de tudo MARCA. E porque a marca é importante?

Porque geralmente ela vem acompanhada de todos os conceitos citados anteriormente.

É muito comum ficarmos admirados e até invejar quando alguém nos diz: “eu trabalho na Google” ou “trabalho na Coca-Cola”, ou “Eu trabalho na Apple”, ou Rede Globo. Nem perguntamos qual a função ou cargo, a marca por si só já o classifica como um ‘eleito’.

Estas empresas são boas? Pagam bem? Têm benefícios? Não importa, a marca credencia que sim, tendo ou não. E isso acontece não só pelo que a marca significa, mas pelo que ela constrói internamente.

As empresas (grandes ou pequenas, globais ou locais) têm que entender que tão importante quanto vender seu produto é vender sua corporação aos clientes internos, cumprir o que esta escrito em sua missão, visão e principalmente valores.

Mas o que se ganha com isso? Pago meu funcionário e trato ele bem, o que mais ele quer?

O ganho as vezes é intangível, mas ele existe. Se o colaborador acredita na empresa, se sente parte dela e respeita seus objetivos, ele irá fazer de tudo para gerar melhor resultado (se ele for parte realmente, o resultado não é só da empresa, é dele também).

Sei que não é fácil implantar isso em uma empresa, assim como não é fácil atender e manter um cliente satisfeito mesmo após sua compra, mas é um caminho que as organizações terão que trilhar.

A área de RH tem que montar uma estratégica para isso acontecer utilizando ferramentas como  a pesquisas de clima organizacional.

A empresa deve estabelecer uma cultura e um propósito, devemos contar histórias reais, buscar profissionais alinhados à cultura da empresa, ser transparente e, acima de tudo, abraçar aquele colaborador.

O verdadeiro pertencimento vem quando o colaborador se sente abraçado, protegido, valorizado. Valor deve ser o norte para qualquer empresa ter o colaborador como advogado de sua marca e vestir, de fato, a camisa.

Como diz o ditado: “Vaca não dá leite, você tem que acordar cedinho e ir lá tirar” e isso vale para os dois lados, é uma pista de mão dupla.

Afinal, as empresas querem que seus funcionários defendam e se orgulhem da empresa que trabalham, mas nem sempre querem construir isso, ou pior, muitos proprietários acham que isso nem é papel deles.

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