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Palmas abre novos negócios e amplia demanda por obras comerciais

Divulgação

O aquecimento do mercado imobiliário de Palmas não se limita aos empreendimentos residenciais. A abertura de novas empresas e a expansão dos setores de comércio e serviços têm ampliado a demanda por obras comerciais, como lojas, malls, franquias, clínicas, restaurantes e espaços corporativos em diferentes regiões da capital.

Dados de um estudo da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Tocantins (Ademi-TO) mostram que a capital tem 323,6 mil habitantes, 121,3 mil domicílios e taxa de crescimento anual de 2,58% entre 2010 e 2024. O levantamento também aponta Palmas na liderança, dentro do grupo de cidades comparadas, em renda média familiar, com R$ 10.164, e em número de empresas, com 59.814 registros, concentrados principalmente nos setores de comércio e serviços.

Com mais moradores, maior renda e novos negócios em circulação, a escolha do ponto comercial passa a pesar de forma diferente. Para muitas empresas, não se trata apenas de encontrar um endereço disponível, mas de ocupar um espaço capaz de atrair clientes, facilitar a operação e traduzir a identidade da marca. Nesse cenário, a obra deixa de ser uma etapa final da abertura e passa a fazer parte da estratégia do empreendimento.

Segundo Vinicius Pugliesi, gestor da Pugliesi Engenharia e Projetos, esse é um dos fatores que tornam a construção comercial mais complexa do que parece. “Em uma obra residencial, o foco principal está no uso privado do imóvel. Já em uma obra comercial, o espaço precisa funcionar para várias frentes ao mesmo tempo: cliente, equipe, marca, normas prazo e operação. Se uma dessas partes não é bem resolvida, o impacto aparece no dia a dia do negócio”, afirma.

A diferença fica ainda mais evidente em lojas, franquias, clínicas e restaurantes. Cada atividade exige soluções próprias para circulação, atendimento, estoque, equipamentos, instalações elétricas, climatização, acessibilidade e comunicação visual. Em malls e shoppings, a obra também precisa dialogar com regras do empreendimento, horários de execução, padrão de fachada e prazos de inauguração.

Para o especialista, o erro mais comum é tratar a obra comercial como uma simples adaptação de imóvel. “Muitas vezes, o empreendedor encontra um ponto bem localizado e imagina que pequenas adequações resolvem. Mas um espaço comercial precisa ser pensado a partir da rotina real daquele negócio. Um restaurante tem demandas diferentes de uma clínica, que também são diferentes de uma loja de varejo. Quando isso não é considerado desde o início, o risco é gastar mais, atrasar a abertura ou entregar um espaço que não favorece a operação”, destaca.

Com atuação em obras comerciais, lojas, franquias e espaços em shopping, a Pugliesi Engenharia e Projetos acompanha esse movimento em Palmas em um momento de expansão da cidade. Para a empresa, o avanço dos malls e espaços corporativos mostra que o mercado local está mais atento à importância de ambientes bem planejados, capazes de receber marcas, melhorar a experiência do consumidor e dar mais segurança para quem investe.

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