• Goiás
  • Tocantins
  • Distrito Federal
  • Mato Grosso
  • Mato Grosso do Sul
  • Leitura Estratégica
STG News
  • Login
  • Home
  • Negócios
  • Artigos
  • Carreira
  • Colunistas
    • Todos
    • Alessandro Máximo de Sousa
    • Auditoria e Riscos
    • Bruno Curado
    • Carlos Bouhid
    • Cooperativas de Crédito
    • Flávio Palmerston
    • Leandro Resende
    • Marcelo Di Rezende
    • Marco Gonzaga
    • Marcondes B. Moraes
    • Renaldo Limiro
    • Rondinely Leal
    • Viviana Melo

    Sicredi é a primeira cooperativa do País a operar recursos do FDCO

    OCB/GO: 65 anos escrevendo a história do cooperativismo goiano

    Sistema OCB/GO leva transformação digital a cooperativas de pequeno porte

    Central Sicoob Uni entrega 54 cestas básicas por meio do Instituto Sicoob

    Central Sicoob Uni entrega 54 cestas básicas por meio do Instituto Sicoob

    Coluna do Freitas: Caiu a máscara do mercado financeiro

    Coluna do Freitas: Caiu a máscara do mercado financeiro

    Coluna do Freitas: Era Trump II

    Coluna do Freitas: Era Trump II

    Coluna do Freitas: Fernanda Torres e o dia 8 de janeiro

    Coluna do Freitas: Fernanda Torres e o dia 8 de janeiro

  • Entrevistas
  • Eventos
  • Fim de Semana
  • Podcast
  • Revista
  • Parceiros
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Negócios
  • Artigos
  • Carreira
  • Colunistas
    • Todos
    • Alessandro Máximo de Sousa
    • Auditoria e Riscos
    • Bruno Curado
    • Carlos Bouhid
    • Cooperativas de Crédito
    • Flávio Palmerston
    • Leandro Resende
    • Marcelo Di Rezende
    • Marco Gonzaga
    • Marcondes B. Moraes
    • Renaldo Limiro
    • Rondinely Leal
    • Viviana Melo

    Sicredi é a primeira cooperativa do País a operar recursos do FDCO

    OCB/GO: 65 anos escrevendo a história do cooperativismo goiano

    Sistema OCB/GO leva transformação digital a cooperativas de pequeno porte

    Central Sicoob Uni entrega 54 cestas básicas por meio do Instituto Sicoob

    Central Sicoob Uni entrega 54 cestas básicas por meio do Instituto Sicoob

    Coluna do Freitas: Caiu a máscara do mercado financeiro

    Coluna do Freitas: Caiu a máscara do mercado financeiro

    Coluna do Freitas: Era Trump II

    Coluna do Freitas: Era Trump II

    Coluna do Freitas: Fernanda Torres e o dia 8 de janeiro

    Coluna do Freitas: Fernanda Torres e o dia 8 de janeiro

  • Entrevistas
  • Eventos
  • Fim de Semana
  • Podcast
  • Revista
  • Parceiros
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
STG News
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Home Artigos

BC, deixe o consumidor em paz

"O remédio amargo dos juros para controlar a inflação demora a fazer efeito e traz grandes males para a economia"

STG News Redação por STG News Redação
3 de maio de 2023
em Artigos
0
BC, deixe o consumidor em paz

Freepik

0
Compartilhamentos
0
Visualizações
CompartilharCompartilharCompartilhar

Por Alberto Pereira Nunes Neto

Ao contrário dos governos, o setor privado brasileiro, formado por trabalhadores e empresários, sempre deu certo e segura as pontas do País quando precisa. Gerando milhões de empregos, bilhões de renda direta e estimulando o consumo, capaz de movimentar a economia e sustentar o setor público – em todas esferas e instâncias. Precisamos destacar o papel do setor privado brasileiro: sustentar o poder público de fato, pois, sem o valor “abocanhado” da renda e do trabalho dos brasileiros, governos, tribunais e parlamentos não teriam dinheiro para um simples almoço, o que dirá para luxos e privilégios que mantêm.

No entanto, os papéis se invertem. Trabalhadores e empresários são colocados em papéis secundários quando se decide os rumos do País e o protagonismo muda de lado. O caso da taxa de juros é um exemplo entre tantos. Com uma Selic de 13,75% ao ano, o Brasil ostenta uma das maiores taxas de das economias mundiais. Esse índice, que já vigora no Brasil desde setembro de 2022, é mantido com a justificativa de limitar o acesso ao crédito e evitar aceleração no consumo para, assim, tentar controlar a inflação, que já estava em alta e, apesar do esforço, não diminuiu quase nada.

Com o índice oficial de juros nesse patamar tão alto, a economia sofre e afeta todos. Quem oferece crédito tem redução na procura; o empresário perde muitas oportunidades de negócio por não arcar com os riscos de investimentos ou realizar parte de venda a prazo; e o consumidor limita seu poder de compra e encarece seus endividamentos já contratados.

Ou seja, o remédio amargo dos juros para controlar a inflação demora a fazer efeito e traz grandes males para a economia. E a situação piora quando se passa mais de um ano elevando ou mantendo juros altos e não se consegue controlar os preços. Além da inflação resiliente, temos redução de vendas, investimentos e empregos, além da elevação do endividamento das famílias e empresas.

Mas, de fato, o alto patamar da Selic ainda favorece dois segmentos da economia: os bancos e, em parte, o governo, que vende títulos públicos para rolar a dívida pública. Mesmo com menor procura, o setor financeiro eleva sua remuneração diante de famílias e empresas, que, quando assumem um contrato de empréstimo com juros neste patamar, acabam os remunerando com mais juros.

Desde o início do mês, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) tinha acabado de referendar a manutenção da Selic, o DataFolha fez uma pesquisa em 126 cidades do Brasil com 2.028 pessoas com 16 anos ou mais, mostrou que 71% dos brasileiros acham que a taxa de juros está mais alta do que devia.

A elevada taxa de juros só beneficia o capital especulativo e não contribui para o crescimento nem para a estabilidade da economia. Para o Brasil retomar um ritmo de crescimento decente, algo que não ocorre há anos, precisamos que os planejadores econômicos confiem na capacidade das empresas, que sacrifiquem menos o setor privado e combatam a inflação com mecanismos de controle monetário que não apenas elevar a Selic.

Pagar a conta, para o setor privado, não é novidade. Mas espero que pelo menos deixem a economia crescer e deem paz para o consumidor voltar a comprar.

Alberto Pereira Nunes Neto

Empresário, vice-presidente da Acieg e Presidente do Grupo Planalto Indústria (@planaltoindustria)

    Tags: Destaque HomeGoiânia EmpresasInflaçãoJuros
    Post Anterior

    Sistema OCB/GO promove maratona para incentivar a cultura da inovação

    Próximo Post

    Com o mercado confiante, ações voltadas ao Dia das Mães devem durar todo o mês de maio

    Próximo Post
    Shoppings goianos investem em campanhas para impulsionar vendas no Dia das Mães

    Com o mercado confiante, ações voltadas ao Dia das Mães devem durar todo o mês de maio

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    300x600
    300x600
    • Redação
    • Publicidade
    • Código de Ética
    • Termos de Uso

    Browse by Category

    • Alessandro Máximo de Sousa
    • Artigos
    • Auditoria e Riscos
    • Bruno Curado
    • Carlos Bouhid
    • Carreira
    • Colunistas
    • Cooperativas de Crédito
    • Direitos
    • Entrevistas
    • Eventos
    • Fim de Semana
    • Flávio Palmerston
    • Leandro Resende
    • Marcelo Di Rezende
    • Marco Gonzaga
    • Marcondes B. Moraes
    • Negócios
    • Podcast
    • Renaldo Limiro
    • Rondinely Leal
    • Sem categoria
    • Serviço
    • Vídeos
    • Viviana Melo
    • Goiás
    • Tocantins
    • Distrito Federal
    • Mato Grosso
    • Mato Grosso do Sul
    • Leitura Estratégica

    © 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.

    Nenhum resultado
    Ver todos os resultados
    • Home
    • Negócios
    • Artigos
    • Carreira
    • Colunistas
    • Entrevistas
    • Eventos
    • Fim de Semana
    • Podcast
    • Revista
    • Parceiros

    © 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.

    Bem vindo!

    insira as credenciais para acesso!

    Esqueceu sua senha?

    Recuperar senha

    Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

    Entrar
    Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.