O paisagismo deixou de ser apenas um recurso estético nos empreendimentos imobiliários. Em um cenário marcado por desafios ambientais e pela busca crescente por qualidade de vida nas grandes cidades, o conceito de paisagismo regenerativo vem ganhando espaço ao propor algo mais profundo, como criar áreas que contribuam ativamente para o equilíbrio ambiental, fortalecendo solos, vegetação e biodiversidade, ao mesmo tempo em que promovem bem-estar aos moradores. Na Terral Incorporadora, essa abordagem já orienta o desenvolvimento dos projetos.
A proposta é substituir o paisagismo meramente ornamental por soluções que dialoguem com o entorno urbano e tragam a experiência da natureza para dentro da metrópole, com diversidade de espécies e conexão real com o território onde o empreendimento está inserido. “A gente busca um paisagismo muito natural, que tenha vínculo com a região onde o projeto está inserido. Observamos as espécies presentes na rua, as cores predominantes, a identidade daquele bairro. Se existe, por exemplo, uma árvore marcante no entorno, procuramos trazer essa correlação para dentro do empreendimento, criando continuidade e integração com a cidade”, explica Marcus Vinicius Viana, diretor regional da Terral Incorporadora.
Além do resgate de espécies nativas e da valorização da flora regional, os projetos incorporam referências de biomas brasileiros, ampliando a diversidade vegetal e proporcionando aos moradores a sensação de estar em um ambiente mais orgânico e vivo. O resultado é um espaço que ultrapassa a função decorativa e passa a contribuir para conforto térmico, qualidade ambiental e percepção de acolhimento. Empreendimentos como o Chácara Bernadette, em Brasília, demonstram como a arquitetura paisagística, que engloba todas as áreas externas descobertas, acessos, lazer e espaços de convivência, é central no desenvolvimento do projeto. Para a Terral, o conceito vai além do plantio e envolve o desenho das áreas comuns, a integração entre ambientes e a experiência cotidiana dos moradores. “O paisagismo, para nós, é arquitetura paisagística. Ele contempla toda a parte externa descoberta, áreas de lazer, piscinas, espaços esportivos e acessos. Muitas vezes é esse conjunto que se destaca e define a experiência das áreas comuns. É um elemento protagonista no projeto”, afirma o diretor regional da Terral Incorporadora.
Verde que valoriza
A valorização imobiliária também está diretamente ligada a essa estratégia. Em futuro lançamento, em Goiânia, e no Casa Nor, na capital federal, a incorporadora levou o verde para as fachadas, utilizando floreiras como elemento de conexão com o entorno e como recurso estético dinâmico. No Casa Nor foram escolhidas espécies com florações em períodos diferentes, permitindo que o edifício se transforme ao longo do ano, com variações de cores e texturas. “Quando a gente traz o verde para a fachada, ele deixa de ser apenas complemento e passa a fazer parte da identidade do empreendimento. Além de valorizar, amplia o conceito de biofilia, que é essa sensação de bem-estar quase inconsciente provocada pelo contato com a natureza. O morador sente isso no dia a dia”, destaca Marcus.
Entre as principais tendências observadas pela Terral estão o uso de espécies nativas, fachadas e jardins verticais, projetos com baixa necessidade de manutenção e soluções sustentáveis, além da combinação de cores, texturas e movimentos que trazem dinamismo aos espaços. “Mais do que acompanhar uma tendência, o paisagismo representa uma mudança de mentalidade no setor imobiliário. Ao integrar natureza, arquitetura e cidade, os empreendimentos passam a oferecer não apenas moradia, mas uma experiência mais equilibrada e conectada com o ambiente urbano”, finaliza o diretor da Terral.
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