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Produção de vinhos finos promete movimentar turismo do DF

Conheça a história da Vinícola Brasília, um projeto pioneiro de fabricação de vinhos finos de inverno

STG News Redação por STG News Redação
12 de maio de 2021
em Fim de Semana
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Restaurante Bla’s lança rótulo de vinho e investe em menu harmonizado

Crédito da imagem: Freepik

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Brasília Empresas (DF) – Brasília é conhecida por ser o centro político-administrativo do país, mas pouco se sabe ainda sobre a agricultura forte, tecnológica e diversificada ao redor da capital federal, que inclui olericultura, grãos e vinhos. É o que explica a coordenadora do Núcleo Setorial de Vitivinicultores do Distrito Federal, Isabella Bonato. Ela, que também é participante do grupo pela empresa Oma Sena Vinhos e Vinhedos, conta a história da Vinícola Brasília, um projeto pioneiro de fabricação de vinhos finos de inverno, formado no Distrito Federal.

O coletivo é formado por dez famílias de produtores de vinho, com propriedades localizadas no Programa de Assentamento Dirigido do DF (PAD-DF), a 60 quilômetros do centro de Brasília. A princípio, a produção das famílias era focada em outras modalidades, como feijão e café, e na criação de animais ovinos e suínos, até que os produtores resolveram expandir as atividades para a vitivinicultura. Assim se formou a Vinícola Brasília, um projeto que, segundo o Superintendente Federal da Agricultura do DF, William Barbosa, tem tudo para mudar o cenário do agro no DF e fomentar o setor da vitivinicultura, que gera emprego e renda para o campo:

“Como o nosso hectare (do DF) é muito valorizado, é fundamental que o produtor possa desenvolver atividades que tragam retorno maior da sua atividade econômica, para que ele tenha tranquilidade e possa continuar exercendo sua função no campo. E para que, assim, possamos ter um campo cada vez mais produtivo e rico”.

Embora a capital federal seja um centro de alto consumo per capita de vinhos finos, com bom poder aquisitivo e carência por turismo enogastronômico, o DF não é uma região tradicional para a vitivinicultura. Isabella explica que, para que a uva cresça no cerrado, usa-se um manejo diferenciado, chamado dupla poda. Dessa forma, é possível conduzir a formação dos cachos e a colheita para o inverno, entre julho e agosto. Bem conhecido pelos brasilienses, o inverno do cerrado oferece temperaturas amenas, sem chuva, com uma grande amplitude térmica.

Somados à altitude de mil metros do planalto, esses fatores propiciam uma condição boa para a produção, facilitando, por exemplo, a conservação da acidez do vinho. A coordenadora acredita que a técnica de dupla poda, criada no sul de Minas Gerais, é um divisor de águas para a expansão de fronteiras vitivinícolas no Brasil: “Esse tipo de vinho tem uma ótima aceitação dentro e fora do país, tendo recebido premiações nacionais e internacionais”.

Essa técnica, que tem por objetivo garantir a qualidade do vinho fino, encontrou, no cerrado, boas condições climáticas para prosperar. Havendo disponibilidade de água para irrigação, é possível controlar o processo de desenvolvimento vegetativo das plantas, bem como a fase de amadurecimento das uvas até a colheita. Além disso, os períodos de chuva e seca bem definidos do cerrado permitem que o ciclo da videira seja planejado da melhor forma possível, diminuindo a incidência de doenças, por exemplo.

Foto: Divulgação

“Esse cultivo fora de regiões tradicionais é possível por meio de muito conhecimento e tecnologia. Nossa técnica é um exemplo disso. Ela surgiu dentro de um centro de pesquisa e conseguiu combinar um clima diferenciado com uma produção de muita qualidade”, destaca Isabella.

Para obter acesso a consultorias e treinamentos, o grupo buscou apoio do programa Empreender, da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB).

Programa Empreender

O projeto Vinícola Brasília iniciou sua participação no Empreender por intermédio da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), que articulou a formação do Núcleo Setorial de Vitivinicultores a partir de uma visita à feira AgroBrasília, em 2020. Na ocasião, as principais entidades empresariais e instituições do Distrito Federal, como a ACDF, o Sebrae-DF e a Secretaria de Turismo do DF, conheceram o projeto Vinícola Brasília, a convite da Superintendência Federal da Agricultura do DF.

A analista do Empreender na CACB, Patrícia Rego, avalia:

“Além do empenho das famílias, tivemos a ACDF, que acreditou nesse projeto e buscou apoio no programa Empreender. É importante dizer que esse grupo já tinha o associativismo na veia, mas precisavam do apoio das entidades empresariais para ter acesso a novas tecnologias e processos”.

A metodologia de núcleos setoriais do programa Empreender foi desenvolvida e implementada no Brasil pela CACB, em parceria com o Sebrae, para atender grupos de empresários que desejam fortalecer seus negócios por meio de ações como consultorias para a melhoria dos processos, capacitações, participação em missões técnicas, certificações, marketing e estudos de mercado.

O coordenador executivo da CACB, Carlos Rezende, avalia que o projeto de vitivinicultura tem potencial para posicionar o DF como um centro de referência na produção de vinhos e no turismo rural:

“Trata-se de um grupo de famílias que estão empreendendo por oportunidade, isto é, possuem negócios consolidados no segmento do agronegócio e turismo e procuram diversificar suas atividades. Para isso, o grupo está investindo na construção de instalações para a produção de vinho”. Segundo Rezende, a atividade tem forte apelo no DF porque “atende às expectativas dos sommeliers e enófilos de plantão, que terão a oportunidade de conhecer os vinhedos e degustar os vinhos nas belas e aconchegantes propriedades dos produtores”.

O presidente da ACDF, Fernando Brites, caracteriza o programa Empreender como um “facilitador empresarial” que impacta positivamente diversos segmentos da economia: “Trata-se de um projeto que alinha os pilares do empreendedorismo, gerando empregos e renda, beneficiando a sociedade, o desenvolvimento regional dos processos produtivos e a formação de lideranças empresariais”.

A gestora do projeto de vitivinicultura e diretora da ACDF, Liana Alagemovits, elogia o trabalho que está sendo desenvolvido graças ao empenho dos empreendedores, da CACB e do Sebrae: “A força desse coletivo será a responsável pela nossa primeira safra de vinhos de alta qualidade. Juntos vamos fazer história, promovendo a vitivinicultura, o turismo e a gastronomia do Centro Oeste”.

Consultoria

De 3 a 7 de maio, o Núcleo de Vitivinicultores do DF recebeu, com o apoio do Empreender, uma consultoria de viticultura e enologia da empresa Floeno. A programação incluiu visitas às dez propriedades do projeto Vinícola Brasília.

Na parte de viticultura, a consultoria contemplou o manejo e o trabalho de campo, aspectos que proporcionam um melhor equilíbrio entre o álcool, o açúcar e a acidez do vinho. Na parte de enologia, houve degustação às cegas dos vinhos da última safra produzida na vinícola. O objetivo de uma degustação técnica, explica o consultor da Floeno, Frederico Novelli, é definir o perfil dos vinhos a partir do aroma e da prova, e elaborar melhorias para os próximos vinhos a serem engarrafados.

Novelli descreveu a consultoria como uma “via de mão dupla” e garantiu que o projeto tem grande potencial na região:

“O cerrado será o local onde conseguiremos atingir a melhor relação entre qualidade do vinho, produtividade por hectare e rentabilidade do negócio. A região se prova a cada dia mais pela sua capacidade de produzir vinhos de qualidade, em relação ao equilíbrio do potencial alcoólico, da acidez e dos compostos fenólicos. Isso graças à altitude e ao clima, aliados à boa topografia do local, com terrenos bem assentados, que permitem a mecanização de áreas maiores para produção de vinhos de qualidade”.

A coordenadora Isabella avalia: “A consultoria da Floeno nos encontra nesse momento muito propício, quando nosso projeto está no início e com uma perspectiva de aumento de área de produção. O apoio de profissionais que têm um conhecimento aprofundado em regiões que são semelhantes à nossa nos alavanca em questão de conhecimento, corta um caminho muito grande e, assim, conseguimos minimizar eventuais erros”.

A previsão é que, em 2021, as dez famílias tenham, juntas, 30 hectares plantados. Cada uma terá sua marca própria e haverá um rótulo em comum, o da Vinícola Brasília, feito em conjunto pelas dez marcas. Os próximos passos do núcleo envolvem também treinamentos, seminários e visitas técnicas a regiões produtoras de vinhos.

A analista do Empreender, Patrícia, afirma que o acesso a uma consultoria de excelência pode mudar os rumos de uma vinícola, desde o cultivo até a vinificação:

“A consultoria da Floeno excedeu às expectativas de todo o grupo. Ao longo da semana, foi possível ver pessoalmente o quanto o programa Empreender tem o poder de mudar um segmento. Esse projeto gera empregos no campo e gerará muito mais com o enoturismo no DF”.

Fonte: CACB
Tags: Brasília EmpresasEnologiaTurismoVinho
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