• Goiás
  • Tocantins
  • Distrito Federal
  • Mato Grosso
  • Mato Grosso do Sul
  • Leitura Estratégica
STG News
  • Login
  • Home
  • Negócios
  • Artigos
  • Carreira
  • Colunistas
    • Todos
    • Alessandro Máximo de Sousa
    • Auditoria e Riscos
    • Bruno Curado
    • Carlos Bouhid
    • Cooperativas de Crédito
    • Flávio Palmerston
    • Leandro Resende
    • Marcelo Di Rezende
    • Marco Gonzaga
    • Marcondes B. Moraes
    • Renaldo Limiro
    • Rondinely Leal
    • Viviana Melo

    Sistema OCB/GO reforça parceria com a UFG em primeira visita à nova reitora

    Sicoob UniCentro Br sorteará 5 Fiat Argo 0 km entre cooperados em 2026

    Sicoob UniCentro Br sorteará 5 Fiat Argo 0 km entre cooperados em 2026

    Sicredi é a primeira cooperativa do País a operar recursos do FDCO

    OCB/GO: 65 anos escrevendo a história do cooperativismo goiano

    Sistema OCB/GO leva transformação digital a cooperativas de pequeno porte

    Central Sicoob Uni entrega 54 cestas básicas por meio do Instituto Sicoob

    Central Sicoob Uni entrega 54 cestas básicas por meio do Instituto Sicoob

    Coluna do Freitas: Caiu a máscara do mercado financeiro

    Coluna do Freitas: Caiu a máscara do mercado financeiro

  • Entrevistas
  • Eventos
  • Fim de Semana
  • Podcast
  • Revista
  • Parceiros
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Negócios
  • Artigos
  • Carreira
  • Colunistas
    • Todos
    • Alessandro Máximo de Sousa
    • Auditoria e Riscos
    • Bruno Curado
    • Carlos Bouhid
    • Cooperativas de Crédito
    • Flávio Palmerston
    • Leandro Resende
    • Marcelo Di Rezende
    • Marco Gonzaga
    • Marcondes B. Moraes
    • Renaldo Limiro
    • Rondinely Leal
    • Viviana Melo

    Sistema OCB/GO reforça parceria com a UFG em primeira visita à nova reitora

    Sicoob UniCentro Br sorteará 5 Fiat Argo 0 km entre cooperados em 2026

    Sicoob UniCentro Br sorteará 5 Fiat Argo 0 km entre cooperados em 2026

    Sicredi é a primeira cooperativa do País a operar recursos do FDCO

    OCB/GO: 65 anos escrevendo a história do cooperativismo goiano

    Sistema OCB/GO leva transformação digital a cooperativas de pequeno porte

    Central Sicoob Uni entrega 54 cestas básicas por meio do Instituto Sicoob

    Central Sicoob Uni entrega 54 cestas básicas por meio do Instituto Sicoob

    Coluna do Freitas: Caiu a máscara do mercado financeiro

    Coluna do Freitas: Caiu a máscara do mercado financeiro

  • Entrevistas
  • Eventos
  • Fim de Semana
  • Podcast
  • Revista
  • Parceiros
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
STG News
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Home Negócios

Desenvolvimento industrial com o gás natural está travado

Gasoduto Bolívia-Brasil tem capacidade para transportar 30 milhões de m³ diariamente

STG News Redação por STG News Redação
14 de fevereiro de 2022
em Negócios
0
Desenvolvimento industrial com o gás natural está travado

(Foto: Bruno Henrique)

0
Compartilhamentos
0
Visualizações
CompartilharCompartilharCompartilhar

Campo Grande Empresas (MS) – O gás natural como combustível e propulsor para a instalação industrial em Mato Grosso do Sul encontrou barreiras físicas para avançar no médio prazo. Apesar da demanda gerada localmente, ainda não há condições para que 10 milhões de m³ por dia possam ser distribuídos.  

A Bolívia, principal fornecedor, está com limitações de poços para atender à demanda. 

A previsão de ampliação da capacidade está prevista apenas para 2024, conforme apurado com autoridades locais. O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) visitará o país vizinho para tentar destravar negociações.

A Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) tem contrato com a Petrobras atualmente para o fornecimento de 20 milhões de m³ por dia. Esse contrato, em alguns momentos, já encontra dificuldade de ser completamente cumprido, por conta da instabilidade no país vizinho.  

O gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol) tem capacidade de transporte de 30 milhões de m³ por dia, mas, para completar este total, é preciso que o combustível esteja em maior abundância no território vizinho.

A falta de capacidade de atender maior demanda foi repassada ao titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck, por empresários de MS.  

Algumas empresas em Campo Grande chegam a comprar gás natural da Ucrânia, fazendo a importação de produto líquido.  

“Hoje existe mercado livre, e qualquer consumidor pode comprar a molécula e pagar o transportador. O que acontece hoje é que a Bolívia não realizou os investimentos necessários para manutenção de poços e perfuração de novos poços. E ela tem uma dificuldade para aumentar o volume”, indicou o secretário.

ACORDO

A Companhia de Gás do Estado (MSGás) também não conseguiu ainda avançar acordos com a estatal boliviana. A empresa também não oferece ao mercado um dos preços mais competitivos, apesar de estar próxima da exploração.  

O preço do gás em MS é mais caro do que nos estados de São Paulo, Bahia, Santa Catarina, Pernambuco, Espírito Santo, Paraíba, Rio de Janeiro e Sergipe, conforme levantamento da Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace).

A composição do preço final do gás natural para as indústrias envolve três fatores principais, segundo a Abrace: o custo da molécula, que acaba sendo semelhante tanto vindo da Bolívia como do pré-sal; o transporte até o consumidor; e, por fim, o valor cobrado pela distribuidora.

Os bloqueios para o desenvolvimento industrial de MS envolvendo o fornecimento de uma energia com custo atraente entrarão na agenda do governo estadual neste primeiro trimestre.  

AGENDA

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) está com agenda para ser cumprida na Bolívia, viajando com o secretário Jaime Verruck e grupos de empresários para apresentar ao governo vizinho que há demanda para novos negócios. A data dessa visita ainda não foi divulgada.

Essa proximidade comercial e diplomática com a Bolívia está sendo construída de forma mais assertiva neste mês. 

O governo estadual, representado por Jaime Verruck, participou de reunião com a Secretaria de Desenvolvimento do Estado de Santa Cruz de la Sierra, em 27 de janeiro.  

O encontro foi feito em Corumbá e serviu para ambos os lados apresentarem potenciais negociações e acordos que podem ser realizados.  

A intenção de visitar a Bolívia e manter maior proximidade com a YPFB e o governo de Luis Arce é alinhar políticas de desenvolvimento e reafirmar que Mato Grosso do Sul está com demanda reprimida, com interesse em fechar contratos futuros de fornecimento de gás natural com os bolivianos.  

Nessa lista, apresenta-se a empresa chamada Global, que tem sede na Bahia e continua com interesse em instalar termelétrica em Corumbá. Além dela, a Vetorial Siderurgia é outra com interesse em operar seus fornos a partir do gás natural.  

“Vários empresários de Mato Grosso do Sul, para participar de leilões, como aqui em Corumbá tem a termelétrica, procuraram a Bolívia, mas eles informaram que só terão condições de fornecer isso [aumentar o fornecimento] em 2024”, reconheceu Jaime Verruck.

A MSGás é outra a salientar que o acesso a tratativas com a YPFB sobre o fornecimento de gás natural passa por grandes dificuldades.  

“Há questões comerciais a serem superadas com o país vizinho. Todavia, algumas empresas brasileiras já mantiveram, e outras ainda mantêm, tratativas para aquisição de gás direto da Bolívia. As que não lograram êxito encontraram óbices na oferta e garantia de suprimento”, informou a estatal sul-mato-grossense.

Bolívia explora novos poços  

O Correio do Estado apurou que o presidente Luis Arce está ciente dos interesses sul-mato-grossenses no gás natural. Ele disse, no dia 5, que a YPFB obteve êxito na perfuração do poço Margarita, que fica no município de Oruro, sexta cidade mais populosa da Bolívia, entre La Paz e Potosí.

“Com toda segurança, agora posso dizer que este poço tem potencial de produção de 3 milhões de m³ [de gás natural] por dia”, afirmou Arce.  

O funcionamento e a exploração do local ocorrem em parceria com a companhia espanhola Repsol. O poço tem previsão de render à Bolívia US$ 260 milhões ao ano. 

“YPFB e Repsol estão fazendo os maiores esforços para colocar à disposição dos mercados essa produção no menor espaço de tempo”, disse o presidente da estatal, Armin Dorgathen.

Fonte: Correio do Estado
Tags: Campo Grande EmpresasGás naturalIndústria
Post Anterior

Hospital de Araguaína é eleito o melhor da região Norte do Brasil para se trabalhar

Próximo Post

Otávio Lage Filho é homenageado pela EY no Empreendedor do Ano Brasil

Próximo Post
Otávio Lage Filho é homenageado pela EY no Empreendedor do Ano Brasil

Otávio Lage Filho é homenageado pela EY no Empreendedor do Ano Brasil

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

300x600
300x600
  • Redação
  • Publicidade
  • Código de Ética
  • Termos de Uso

Browse by Category

  • Alessandro Máximo de Sousa
  • Artigos
  • Auditoria e Riscos
  • Bruno Curado
  • Carlos Bouhid
  • Carreira
  • Colunistas
  • Cooperativas de Crédito
  • Direitos
  • Entrevistas
  • Eventos
  • Fim de Semana
  • Flávio Palmerston
  • Leandro Resende
  • Marcelo Di Rezende
  • Marco Gonzaga
  • Marcondes B. Moraes
  • Negócios
  • Podcast
  • Renaldo Limiro
  • Rondinely Leal
  • Sem categoria
  • Serviço
  • Vídeos
  • Viviana Melo
  • Goiás
  • Tocantins
  • Distrito Federal
  • Mato Grosso
  • Mato Grosso do Sul
  • Leitura Estratégica

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Negócios
  • Artigos
  • Carreira
  • Colunistas
  • Entrevistas
  • Eventos
  • Fim de Semana
  • Podcast
  • Revista
  • Parceiros

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.

Bem vindo!

insira as credenciais para acesso!

Esqueceu sua senha?

Recuperar senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Entrar
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.