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Inflação atinge 1,03% em Goiânia, maior alta para setembro desde 1994

Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo indica que a capital goiana sofreu quarto maior aumento dos preços do país

STG News Redação por STG News Redação
9 de outubro de 2020
em Negócios
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Inflação atinge 1,03% em Goiânia, maior alta para setembro desde 1994

Foto: Reprodução

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Goiânia Empresas (GO) – Em Goiânia, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de setembro ficou em 1,03%, a maior alta do ano e a maior para o mês desde 1994, quando o indicador atingiu 1,25%. Com isso, o acumulado do ano de 2020, que estava negativo em agosto, volta a ficar positivo e atinge 0,78%.

As informações foram divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na manhã de hoje (9).

Os índices das 16 regiões pesquisadas apresentaram alta em setembro e Goiânia apresentou a quarta maior alta do país, com 1,03%, enquanto o índice nacional foi de 0,64%. O menor resultado ficou com a região metropolitana de Salvador e o maior índice foi do município de Campo Grande (1,26%).

A alta inflacionária em Goiânia se deu principalmente pelo aumento dos preços no grupo Alimentação e bebidas (3,77%), que também sofreu a maior alta do ano. No grupo, os destaques são do arroz (41,94%) e do óleo de soja (30,27%), que apresentaram as maiores altas desde 1994 (ano de implementação do plano real) e já acumulam variações de 62,56% e 42,79% respectivamente.

Outro destaque do grupo foi o leite longa vida e as carnes, que voltaram a subir em setembro (5,49%) e chegam a terceira alta seguida.

Altas em Goiânia

Os grupos de Artigos de residência, Vestuário e Habitação voltaram a apresentar altas (1,44%, 0,81%, 0,20%, respectivamente) em Goiânia no mês de setembro de 2020. Os grupos de Transportes e Despesas pessoais também subiram, 0,99% e 0,52%, respectivamente.

A alta do grupo de Artigos de residência foi devido principalmente às variações positivas dos subitens ar-condicionado (5,56%), fogão (3,68%), computador pessoal (3,42%) e refrigerador (2,46%). No grupo de Vestuário, as principais altas ocorreram nos itens Joias e bijuterias (3,79%), Roupa masculina (1,25%) e Roupa feminina (0,65%). Já para o grupo da Habitação as maiores altas foram nos subitens revestimento de piso e parede (9,33%) e tijolo (4,85%).

No grupo de Transportes, o destaque foi para a passagem aérea que subiu 7,12%, após quatro meses consecutivos de queda. Complementam as altas do grupo o subitem transporte por aplicativo que registrou alta (5,52%),
e os combustíveis etanol, óleo diesel e gasolina que registraram novas altas de 3,83%, 3,69% e 2,89%, respectivamente.

Alta pesou mais para famílias com menores rendimentos

A capital goiana teve em setembro a maior variação positiva do INPC em 2020 (o INPC abrange as famílias com rendimentos entre 01 e 05 salários-mínimos). O índice geral registrou alta de 1,27%, maior que o IPCA (1,03%) e a quarta maior variação entre os locais pesquisados. A diferença entre INPC e IPCA sugere que as famílias de menor rendimento sofreram mais com o aumento geral dos preços.

O destaque do INPC goianiense em setembro foi o grupo Alimentação e Bebidas, cujos preços aumentaram 4,51%, a maior variação positiva do país e a maior variação desse grupo em Goiânia para o ano de 2020.

O resultado se deve em grande parte à alta de 41,94% no preço do arroz, a maior variação nacional e quase o dobro da segunda colocada (Aracaju, com alta de 24,01%).

Tags: Destaque HomeGoiânia EmpresasIBGEInflaçãoINPCIPCA
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